(Tom
Air)
O tempo que se arrastava agora voa
Os minutos se aproximam das obrigações
Deitados sentindo a preguiça do intervalo
Enquanto o almoço é digerido
Os olhos descansam um cochilo alarmado
Na expectativa dos afazeres da tarde
Atados pelo cansaço da manha
O trabalho logo chama...
O despertador dispara urgente
Um café se faz necessário
A mão leva água aos olhos
Os bocejos são descartados
O tempo apura os passos
Transeuntes se acotovelam
Todos rumando pro batente
Seguindo no fluxo apressado
Mas o patrão se atrasou
O tempo que voava volta a se arrastar
Muitos estão sentados em frente à porta
Todos à espera da chave
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